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Calor, solo e chuva: o que o Norte cobra dos seus pneus

Um pneu não se desgasta apenas rodando. Ele responde ao ambiente em que trabalha, e no Norte esse ambiente é bem mais exigente do que a maioria imagina.

O calor do asfalto. Em dia de sol forte, a temperatura da pista fica muito acima da temperatura do ar. Esse calor amolece o composto de borracha, acelera o desgaste da banda de rodagem e eleva a pressão interna do pneu, alterando a área de contato com o solo.

A exposição ao sol. A radiação intensa age sobre a borracha mesmo com o veículo parado. Com o tempo, ela endurece o composto e favorece o aparecimento de microfissuras nas laterais, um processo silencioso que acontece independentemente da quilometragem.

O solo da região. O piso laterítico, característico de boa parte dos nossos trajetos, é abrasivo. Pedra solta e leito irregular atingem principalmente o flanco do pneu, área que não tem como se recuperar. E é comum um mesmo percurso alternar asfalto e terra várias vezes no mesmo dia.

A umidade e a chuva. No período mais úmido, o volume de água na pista transfere para os sulcos a responsabilidade pelo escoamento. Quanto menor a profundidade disponível, menor a capacidade de manter contato com o solo.

As distâncias. Trechos longos e contínuos mantêm o pneu em temperatura elevada por muito mais tempo, sem os intervalos que permitiriam o resfriamento natural.

São mais de 50 anos rodando junto com essa região, e é esse conhecimento que orientamos em cada atendimento. Passe em uma loja da Japurá Pneus para uma avaliação e conte com a nossa equipe para escolher o pneu que combina com o seu trajeto.